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05/01/2018 14:05 (288 acessos)

Seed promove acessibilidade e inclusão nas escolas da rede

Por Ítalo Marcos

 

A Secretaria de Estado da Educação, através do Serviço de Educação em Direitos Humanos (SEDH), vem avançando cada vez mais na busca pela inclusão dos alunos com deficiência na rede pública estadual de ensino. Através da Divisão de Educação Especial (Dieesp), a Seed tem feito o monitoramento do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE Acessibilidade), um recurso do Governo Federal com o objetivo de promover condições de acessibilidade ao ambiente físico, às atividades didáticos-pedagógicas, a comunicação e informação nas escolas públicas.

 

Entre os anos de 2016 e 2017 foram atendidas 17 escolas estaduais, pertencentes a DEA e outras Diretorias Regionais de Educação. De acordo com a coordenadora da Dieesp, Lilian Silva da Paixão Ramos, o objetivo é promover a inclusão. "Esse recurso faz parte dos planos de atendimento para acessibilidade, como construção de rampas, adequação de banheiros, colocação de piso tátil, aquisição de recursos pedagógicos, aquisição de cadeiras de rodas, entre outras ações", explicou.

 

Os esforços do Governo do Estado vão além dos recursos vindos do PDDE. Somente no ano passado, 68 cadeiras de rodas foram adquiridas com recursos da própria Secretaria de Estado da Educação para atender alunos com deficiência física.

 

Dimensão Atitudinal

 

A Dieesp trabalha tendo em vista as seguintes dimensões da acessibilidade:

arquitetônica, comunicacional, metodológica, instrumental, programática e atitudinal. Esta última é considerada a mais importantes, pois, visa trabalhar para romper com preconceitos e estigmas através de atitudes que estimulem a inclusão.

 

"Fazer as adequações na estrutura física é fácil. O desafio é promover orientações e a sensibilização para que haja atitude de respeito para com as diferenças", disse Lilian Ramos.

 

Segundo a diretora do SEDH, professora Josevanda Mendonça Franco, as escolas têm avançado na perspectiva da acessibilidade estrutural e atitudinal. "A preocupação vai além das questões ligadas a estrutura física. É preciso estabelecer, dentro do universo das unidades educacionais, a necessidade de gerar condições para que todos tenham acesso, permanência e o sucesso na escola. Do ponto de vista arquitetônico é mais fácil. Entretanto, em relação à atitude, não adianta ter uma rampa se as pessoas que gerenciam a escola não compreenderem a importância de fazer a inclusão de todos os alunos", afirmou.

 

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